Na quinta-feira, dia 02 de setembro de 2010, fui jantar num restaurante chinês falsificado, perto da casa de Anderson... não estava afim de assistir as aulas germinadas do dia e dei uma baita escapada então... já no restaurante, recebo a ligação de um advogado extremamente falador e enrolador... não falava coisa com coisa e até coisas demais! mas enfim, a conversa tratava-se de uma possivel entrevista de estagio para o dia seguinte, aceitei.
Já na sexta-feira, dia 03 de setembro de 2010, fui ao escritorio, as 16hs estava lá, como o combinado. Subi, me convidou pra sentar e me fez esperar por 1h até que finalmente me atendeu. Me atendeu? An? Não mesmo! Não falou do emprego, não falou sobre horarios, salario, nada! Só falou, falou, falou... MERDAS! É, eu não precisava baixar até a palavra "merdas", mas já o fiz, então pronto. Voltando, simplesmente eu não parava de falar, só falava mal dos outros advogados, falou da sua vida pessoal, de quando conheceu sua esposa, de quando "se juntaram", de todos os empregos que já teve, de todas as pessoas que já trabalharam com ele... mas acima de tudo, falando e falando mal das pessoas, dos "amigos" advogados, dos "amigos" não advogados e bla bla bla. Eu não aguentava mais, comecei a bocejar, olhar o celular, mandar mensagem pra Anderson, falei da hora pra ele... e NADA! Ele não parava de falar! Sai de lá quando já passava das 18:00, as 18:15 pra ser mais exata. Ainda tinha que pegar um ônibus para ir pra Dantas Barreto, cheguei lá já passava das 19:00, acabei não indo para a aula de Processo Civil I que eu tanto amo.
Mas enfim, ficou acertado que eu iria na quarta-feira, dia 08 de setembro de 2010. Cheguei lá por volta das 8:40 da manhã da quarta-feira. O dia foi bem tranquilo, até certo ponto. Tinha uma garota que trabalhava a tarde por lá, mas que foi chamada pra ir pela manhã no meu primeiro dia, pra me dar uma forcinha. Foi um dia de falação e falação... Ele, mais uma vez, só fez falar mal dos outros e falar de todos os processos que ele já havia pego desde 1800ebolinhas.
No dia seguinte, lá estava eu sozinha. Começou a confusão, pega isso aqui, entra no email... é... tudo tranquilo... Até que começa a tortura de verdade; os gritos.
Não. Os gritos não eram comigo, eram todos com a mulher dele! MUITOS GRITOS! Chamava de burra pra cá, burra pra lá, imprestavel pra cá, imprestavel pra lá... Cada vez a coisa ia piorando. Ele gritando mais e mais alto. Quando voltava pra a sala que eu estava, falava normal, manso e ainda queria que eu concordasse com o que ele estava fazendo, ofendendo sua esposa.
Sexta-feira, 3º dia de trabalho. Achei que fosse ser um dia mais tranqüilo... TRANQÜILO ONDE??? Ele enlouqueceu porque precisava sair, começou a gritar novamente, a xingar, esculhambar. Faltava pouco pra ele bater nela... O que provavelmente ele deve fazer. Nas poucas horas que conversei com sua esposa, percebi que a coitada é de fato uma grande sofredora.
Final de semana... Me senti aliviada de não ter que ir pra lá. Acordar cedo, me arrumar e ir "trabalhar" é fichinha... O problema era aguentar aquilo tudo... Não ter nada JURÍDICO pra fazer, ouvir gritos de "marido e mulher" em pleno recinto de trabalho, ouvir fanfarronices de alguém que só sabe reclamar dos outros e ser falso, entre outras coisas.
A gota final...
Ontem, segunda-feira, dia 13 de setembro de 2010. Cheguei por lá já recebida por um abraço da esposa dele, pois eu havia feito um favor pra ela, porque a coitada não pode nem sair de casa porque o louco não permite. Começo o dia servindo de "Digitadora" pra ele. Ele ditava e eu escrevia. Ia indo tudo muito bem, fora aqueles gritos básicos de sempre para com a sua esposa. As horas continuam e terminamos o processo que eu estava digitando, ótimo! Tudo sem stress nenhum! Vou imprimir e... as impressoras ficaram sem tinta, outra começou a falhar e diversos problemas... Ele começa a se alterar, e eu pensando "um grito comigo e eu mando ele pastar!". Tudo bem, resolvo o problema.
Até que então começa mais um stress. Ele, do nada, me manda redigir uma petição. Não me explicou NADA de como seria feita, não me deu modelo, PORRANENHUMA. Como se eu já soubesse o que PORRA se passava na cabeça dele e como PORRA fazer a MERDA da petição! Nos poucos minutos que ele me deixou falar na tal entrevista, eu falei que não tinha NENHUMA experiencia com escritorio, muito menos com Direito e que estava na PORRA do 3º periodo!!!! Mas parece que ele é tão anta que não entendeu isso!!!! Simplesmente queria que eu soubesse do que ele queria, entrassa na mente dele e fizesse a petição! NÃO! Foi um basta aquilo! Eu não aguentei. E quando ele reclamou, eu falei; "Eu não sei fazer isso, estou aqui para aprender, vai me ensinar?". E o sinico ainda me respondeu; "Estou ensinando, meu amorzinho" com o pior "ar" de imbecil do mundo!
Baixei o nível mesmo agora, meus palavrões me acompanham ainda mais quando eu vejo que alguém não merece respeito. Ele não merece respeito, não sabe respeitar, não é um bom advogado, todos correm dele, desligam os telefones, mandam outra pessoa atender e dizer que não estão, estão viajando ou qualquer outra desculpa. É um cara ridiculo e sem carater, que não sabe respeitar uma mulher e não mede palavras pra falar mal das pessoas. Me inoja só de pensar que achei que eu poderia aprender algo com uma pessoa desse tipo. Não, a única coisa que eu poderia aprender com ele era ser igual a ele, ignorante, desrespeitadora e aprender a fazer todos se esconderem de mim e debochar de mim. E isso eu não quero aprender.
Deus tem um plano muito melhor pra mim e eu sei que Ele coloca gente desse tipo no meu caminho para que eu aprenda como eu não devo ser.
Mas enfim, ficou acertado que eu iria na quarta-feira, dia 08 de setembro de 2010. Cheguei lá por volta das 8:40 da manhã da quarta-feira. O dia foi bem tranquilo, até certo ponto. Tinha uma garota que trabalhava a tarde por lá, mas que foi chamada pra ir pela manhã no meu primeiro dia, pra me dar uma forcinha. Foi um dia de falação e falação... Ele, mais uma vez, só fez falar mal dos outros e falar de todos os processos que ele já havia pego desde 1800ebolinhas.
No dia seguinte, lá estava eu sozinha. Começou a confusão, pega isso aqui, entra no email... é... tudo tranquilo... Até que começa a tortura de verdade; os gritos.
Não. Os gritos não eram comigo, eram todos com a mulher dele! MUITOS GRITOS! Chamava de burra pra cá, burra pra lá, imprestavel pra cá, imprestavel pra lá... Cada vez a coisa ia piorando. Ele gritando mais e mais alto. Quando voltava pra a sala que eu estava, falava normal, manso e ainda queria que eu concordasse com o que ele estava fazendo, ofendendo sua esposa.
Sexta-feira, 3º dia de trabalho. Achei que fosse ser um dia mais tranqüilo... TRANQÜILO ONDE??? Ele enlouqueceu porque precisava sair, começou a gritar novamente, a xingar, esculhambar. Faltava pouco pra ele bater nela... O que provavelmente ele deve fazer. Nas poucas horas que conversei com sua esposa, percebi que a coitada é de fato uma grande sofredora.
Final de semana... Me senti aliviada de não ter que ir pra lá. Acordar cedo, me arrumar e ir "trabalhar" é fichinha... O problema era aguentar aquilo tudo... Não ter nada JURÍDICO pra fazer, ouvir gritos de "marido e mulher" em pleno recinto de trabalho, ouvir fanfarronices de alguém que só sabe reclamar dos outros e ser falso, entre outras coisas.
A gota final...
Ontem, segunda-feira, dia 13 de setembro de 2010. Cheguei por lá já recebida por um abraço da esposa dele, pois eu havia feito um favor pra ela, porque a coitada não pode nem sair de casa porque o louco não permite. Começo o dia servindo de "Digitadora" pra ele. Ele ditava e eu escrevia. Ia indo tudo muito bem, fora aqueles gritos básicos de sempre para com a sua esposa. As horas continuam e terminamos o processo que eu estava digitando, ótimo! Tudo sem stress nenhum! Vou imprimir e... as impressoras ficaram sem tinta, outra começou a falhar e diversos problemas... Ele começa a se alterar, e eu pensando "um grito comigo e eu mando ele pastar!". Tudo bem, resolvo o problema.
Até que então começa mais um stress. Ele, do nada, me manda redigir uma petição. Não me explicou NADA de como seria feita, não me deu modelo, PORRANENHUMA. Como se eu já soubesse o que PORRA se passava na cabeça dele e como PORRA fazer a MERDA da petição! Nos poucos minutos que ele me deixou falar na tal entrevista, eu falei que não tinha NENHUMA experiencia com escritorio, muito menos com Direito e que estava na PORRA do 3º periodo!!!! Mas parece que ele é tão anta que não entendeu isso!!!! Simplesmente queria que eu soubesse do que ele queria, entrassa na mente dele e fizesse a petição! NÃO! Foi um basta aquilo! Eu não aguentei. E quando ele reclamou, eu falei; "Eu não sei fazer isso, estou aqui para aprender, vai me ensinar?". E o sinico ainda me respondeu; "Estou ensinando, meu amorzinho" com o pior "ar" de imbecil do mundo!
Baixei o nível mesmo agora, meus palavrões me acompanham ainda mais quando eu vejo que alguém não merece respeito. Ele não merece respeito, não sabe respeitar, não é um bom advogado, todos correm dele, desligam os telefones, mandam outra pessoa atender e dizer que não estão, estão viajando ou qualquer outra desculpa. É um cara ridiculo e sem carater, que não sabe respeitar uma mulher e não mede palavras pra falar mal das pessoas. Me inoja só de pensar que achei que eu poderia aprender algo com uma pessoa desse tipo. Não, a única coisa que eu poderia aprender com ele era ser igual a ele, ignorante, desrespeitadora e aprender a fazer todos se esconderem de mim e debochar de mim. E isso eu não quero aprender.
Deus tem um plano muito melhor pra mim e eu sei que Ele coloca gente desse tipo no meu caminho para que eu aprenda como eu não devo ser.
Ah.. não vou falar o nome do tal advogado aqui, mas quem quiser saber, é só me procurar no email, twitter, orkut e afins.
E digo mais, ele é tão incompetente que não consegue fazer as coisas e manda a mulher fazer!!!