Minha terça-feira começou já estranha. Acordei num pesadelo muito ruim... Afinal de contas foi um pesadelo! =p Daí me arrumei nas pressas e sai correndo pro curso, pensei que ia chegar atrasada porque meu celular não despertou. Cheguei na aula e o bendito começa a gritar “vamos acordar!”. Fiquei logo de cara com todos rindo. A aula foi um saco, existem coisas que não precisam ser ditas numa aula de fotografia, como por exemplo: pra bater a foto é só apertar o botão! Oo é... deu raiva do professor, pela milésima vez. Voltei pra casa e perdi minha primeira carona pra ir pra capotaria da Imbiribeira. Vim pro computador pra blogar, fui tomar banho e esperar minha segunda carona, que é o cliente do Fiat Brava, aquele da coincidência de eu ter visto com minha amiga e ter dito que ele era lindo... Esperei Eduardo Hen...Hen... Enfim, apenas Eduardo. Esperei Eduardo chegar, fomos pra a capotaria, ele é tão simpático. A gente conversa muito na internet e por celular (apesar do meu celular ta com o sinal uma bosta). A gente já chegou quase na hora do almoço, logo chegou um táxi, fiz um orçamento e vendi... Daí Eduardo me chamou pra almoçar, mas nenhum dos dois ia comer lá naquele restaurante horroroso!! Então fomos comer na padaria mesmo, o almoço de lá é ótimo, um pouco caro, mas ótimo, salgado como eu adoro e ele também. A gente conversou bastante e já descobri milhões de coisas sobre ele. Até me convidou para ir pro show de Maria Rita com ele! =) Que feliz! Daí voltamos pra a capotaria e terminou o serviço desse carro dele (ainda bem que tem outros e vou continuar o vendo sempre), ele foi embora e eu fiquei na capotaria sozinha, os meninos tinham ido almoçar. Começou a aparecer gente demais pedindo orçamento e eu quase enlouqueço, mas consegui controlar bem a situação e todos me acharam muito simpática e até vendi mais! =) Larguei e voltei pra casa. Agora to aqui esperando uma ligação, thi me chamou pra ir tomar sorvete, só estou esperando ele largar. =) Enquanto isso estou alimentando meu vicio de escutar Maria Rita e Roupa Nova. =)
Ontem comecei a ler o livro “E por falar em amor” de Marina Colasanti e hoje já terminei. São pouco mais de 270 paginas, não é um livro que segure mesmo a vontade de terminá-lo, mas mesmo assim fui até o fim, tenho essa mania que mesmo que o livro seja ruim, lerei até o final. Logo de começo ela tenta definir o que é o amor, ou melhor, mostrar definições, até porque de acordo com ela, não consegue-se achar palavras. E no livro ela coloca também definições de outras pessoas, dentre elas achei uma até que interessante e engraçada. De acordo com Dorothy Tennov, uma psicóloga americana que diz que são doze os sintomas de quem esta amando...
1. Pensar obsessivamente no objeto amado.
2. Absoluta necessidade de reciprocidade.
3. Profunda dependência das atitudes do amado, na qual se procura constantemente uma resposta ao próprio amor.
4. Incapacidade de amar outra pessoa.
5. O único alivio é imaginar que o outro também nos ama.
6. Medo da rejeição, e timidez paralisante frente ao amado.
7. Os obstáculos parecem intensificar o sentimento.
8. Necessidade de crer que, atrás da aparente indiferença do amado, se escondem sentimentos apaixonados.
9. Dor na região do coração, nos momentos de incerteza.
10. Sensação de flutuação toda vez que há sinais de reciprocidade.
11. Intensificação do sentimento, que relega tudo mais a segundo plano.
12. Magnificação de todas as possíveis qualidades do amado e recusa a ver qualquer defeito.
(Retirado do Livro “E por falar em amor” de Marina Colasanti).
Hunf.. tava lendo uma das edições de “Confissões de Adolescente”, a parte da “Primeira Transa” é uma onda... foi mais ou menos o que eu senti... vou transcrever esse capitulo aqui.
A Primeira Transa.
Ontem comecei a ler o livro “E por falar em amor” de Marina Colasanti e hoje já terminei. São pouco mais de 270 paginas, não é um livro que segure mesmo a vontade de terminá-lo, mas mesmo assim fui até o fim, tenho essa mania que mesmo que o livro seja ruim, lerei até o final. Logo de começo ela tenta definir o que é o amor, ou melhor, mostrar definições, até porque de acordo com ela, não consegue-se achar palavras. E no livro ela coloca também definições de outras pessoas, dentre elas achei uma até que interessante e engraçada. De acordo com Dorothy Tennov, uma psicóloga americana que diz que são doze os sintomas de quem esta amando...
1. Pensar obsessivamente no objeto amado.
2. Absoluta necessidade de reciprocidade.
3. Profunda dependência das atitudes do amado, na qual se procura constantemente uma resposta ao próprio amor.
4. Incapacidade de amar outra pessoa.
5. O único alivio é imaginar que o outro também nos ama.
6. Medo da rejeição, e timidez paralisante frente ao amado.
7. Os obstáculos parecem intensificar o sentimento.
8. Necessidade de crer que, atrás da aparente indiferença do amado, se escondem sentimentos apaixonados.
9. Dor na região do coração, nos momentos de incerteza.
10. Sensação de flutuação toda vez que há sinais de reciprocidade.
11. Intensificação do sentimento, que relega tudo mais a segundo plano.
12. Magnificação de todas as possíveis qualidades do amado e recusa a ver qualquer defeito.
(Retirado do Livro “E por falar em amor” de Marina Colasanti).
Hunf.. tava lendo uma das edições de “Confissões de Adolescente”, a parte da “Primeira Transa” é uma onda... foi mais ou menos o que eu senti... vou transcrever esse capitulo aqui.
A Primeira Transa.
A primeira transa foi realmente muito engraçada. Na primeira vez que eu estive nua numa cama com um homem nu, fiquei tão nervosa que só conseguia dizer: Quero desistir... quero desistir... quero desistir... Até que ele virou pra mim e disse: “Calma, Pati, a gente não está tentando nada!”
Depois conheci um menino num comercial, ele era adulto, inteligente, bonito, estudava direito, era ator, tinha seus 25 anos. Me chamou pra sair e eu fui. Ao cinema no Fashion Mall. Chegando lá era cedo para a sessão, então sentamos para conversar. E papo, e papo, e papo. E fala sobre pai, mãe, cinema, literatura, sexo, drogas, rock, paixão, Deus, sol, tesão, dinheiro, faculdade, representar. E fala, e fala... até que: “Que horas são¿ Ihhhh, que chato, perdemos a sessão!”
- Que tal se a gente vai para a casa da minha tia lá no Leblon, toma uma cerveja e vai na outra sessão, lá no Leblon. Que tal¿
- Acho ótimo... perfeito!
E chega na casa da tia e lua, piscina, cerveja, musica e papo. Deus, teatro, direito, moda, vontade de morrer, vontade de escrever, vontade de viver, maconha, amigos, arte, vida, morte, literatura e cinema. Até que: “Que horas são¿ Hiiii, que chato, perdemos a sessão!”
E continua... papo, papo, papo, até que beijo. Até que mais beijo. Até que:
- Posso tirar sua blusa para sentir o seu corpo no meu¿
- Pode... claro!
Até que peito no dele, até que:
- Posso tirar sua saia¿
- Pode, claro!
Até que, até que, fomos para o quarto. Uma cama de casal e um cobertor felpudo. Até que pensei: “Sem perigo. Acabei de ficar menstruada. Não vou engravidar. Tudo sob controle.”
Até que: tesão. Até que: tesão. Até que: tesão. Até que: nossa, que coisa boa! Até que ele virou e disse: “Patrícia... você é virgem¿”
Para meu espanto, eu havia esquecido este pequeno detalhe. Fiquei meio nervosa e respondi: “Sou, por quê¿ Não parece¿”
Até que tudo ficou uma merda! Ele começou a espirrar por causa do maldito cobertor felpudo. E eu comecei a pensar: “Patrícia, você é virgem. Patrícia, você é virgem.” Daí veio automaticamente a imagem do meu pai. Lembrei da camisinha, não estava usando camisinha. Papai balançou a cabeça me repreendendo. Eu sentia tanta dor, mas tanta dor, aquilo era um inferno, um caos, um desespero. Tudo que eu queria é que aquilo acabasse logo.
Acabou... perdi... perdi... Já não era mais. Que sensação de leveza... Agora, eu já era mulher! Levantei da cama, botei a calcinha. Perdi! Perdi!
Fui então me olhar no espelho. Tava tudo igual, lá, eu no espelho. Só que tinha... uma meleca dos espirros dele grudado na minha bochecha. Tirei a meleca. Para completar o episódio, fui ao cinema, duas semanas depois, ver o filme que nós não vimos naquele dia. O filme era “Sex, lies and videotapes”. Não gostei do filme. Vocês me desculpem, imagino que muita gente deve ter gostado. Mas, a mim, me pareceu um filme sem substancia, sexualmente imaturo, filme de virgem.
Hehehe. A minha foi algo assim também... Fiquei extremamente nervosa, mas felizmente não vi meu pai não. =) A gente se falou na internet a tarde, ele me chamou pra ir pro apartamento dele... eu disse que iria sim, assim que fechasse a loja... Expulsei a costureira antes das 18hs e corri pra casa pra tomar banho. Me arrumei e quando já estava saindo de casa dou de cara com uma amiga que estava indo pra Olinda também e me disse que era pra pegar “tal” ônibus que ela também pegaria... falei com ele ao celular quando já estava no ônibus e... ônibus errado! Enfim... ela desceu uma parada antes da que era pra eu descer, desci, lado oposto do lugar que eu deveria ter descido... ele me ligou perguntando onde eu estava e mandou eu ir pro bompreço... fui... de cara achei seu carro e ele já estava vindo em direção a ele. De bermuda, camisa e chinelos, bem a vontade, achei fofo... Quando me viu tirou logo onda do brilho que eu tinha ao redor dos olhos “Tava chorando¿”. Malditos brilhos, tanto que esfreguei a cara no banho e eles grudaram mesmo! Entramos no carro e fomos pro apartamento dele... Não tinha ninguém lá, só a sua cocker, da mesma raça da minha, que por sinal é muito lindinha apesar de brava... tirei os chinelos e ele foi me mostrar a vista do apartamento... Maravilhosa! Ficamos um pouquinho lá, beijos e mais beijos... Desatou meu sutiã e ficou brincando com minhas mãos, porque eu estava tentando atar novamente... o clima foi esquentando e ele percebeu que eu estava nervosa... daí... veio então a do “pingüim”... sim, ele me contou uma piada, de “Zé Lezin”, sobre um cara que foi num puteiro mas não tinha dinheiro suficiente pra o serviço completo... enfim... =p esquentou e esquentou e acabei ficando mesmo com medo... daí sentamos no sofá e ficamos conversando e de vez em quando acontecia os “ataques” como ele mesmo chamou... Ataques esses que me deixavam mais nervosa ainda, mas eram muito gostosos... Daí ele começou querer tirar minha calça e... tsc tsc... não tava certo... não sei o que era, mas não tava rolando, não da minha parte... acho que por ele tava tudo normal... maaaaas, acho que ele percebeu como eu estava e perguntou se a gente ficasse no escuro era melhor... Claro que respondi que sim. Fomos pro seu quarto, olhei um pouco tudo, até mesmo um retrato dele quando criança que tem na parede... daí começamos a entrar no clima novamente... não sei contar o que aconteceu no espaço de tempo de quando voltamos as caricias e quando já estávamos nus na cama... Acho que me perdi no tempo ali... Ele começou tentando, me ajeitava pra ficar encaixada nele, pedia pra eu ficar calma... Achei mesmo que ele ia desistir, mas teve muita paciência... Até que foi... doeu um pouco, mas não foi nada como falam... Daí pra mim começou ficando maravilhoso, tava sentindo coisas que nunca imaginei... Sensação de preenchimento... quer dizer... não sei explicar... enfim... Daí tudo começou ficar estranho... dores estranhas... eu sem saber me mexer... sem saber mesmo o que fazer... parece mesmo que tudo ficou... ah... Estranho mesmo. Quando acabamos fui juntar minhas roupas e já vestindo, ele olhou a cama e tava manchada de sangue... =x Fui ao banheiro e quando olhei no espelho, hunf... tudo igual. Sei lá, acho que eu esperava que alguma coisa tivesse mudado, claro que não mudaria, mas ainda assim eu esperava... Fomos sentar no sofá novamente, ficamos uns tempos abraçados e ele me alegrando... até que a cocker chegou e ficou cheirando tudo e latindo e latindo... burra fui eu que me mexi, tirei o braço dele que tava em volta do meu ombro, daí ela enlouqueceu... Daí ele me trouxe de volta. Foi uma noite boa, fiquei tão cansada, parecia que tinha trabalhado horrores... estava extremamente exausta... Dormi horrores nessa noite.
Enfim... Madonna e seus casinhos... Pelo menos esse daí não me machucou em sentido algum e acho que não fará isso.
